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quinta-feira, 2 de março de 2017

MEC-EDUCAÇÃO BÁSICA- OLIMPÍADA DE MATEMÁTICA

Inscrições para olimpíada de matemática estão abertas

  • Sexta-feira, 24 de fevereiro de 2017, 18h51

As inscrições para a 13ª edição da Olímpiada Brasileira de Matemática das Escolas Públicas (Obmep) já estão abertas. Podem participar estudantes a partir do sexto ano até o ensino fundamental. A novidade este ano é a competição também será aberta a estudantes das escolas particulares. As inscrições devem ser feitas pelas instituições de ensino até o dia 31 de março no endereço eletrônico da olimpíada.
A partir da edição deste ano, a Obmep, que conta com apoio do Ministério da Educação, será integrada com a Olímpiada Brasileira de Matemática (OBM). Isso deve aumentar o número de participantes na competição, que é considerada a maior olimpíada estudantil do mundo. Em 2016, foram 17,8 milhões de inscritos.
De acordo com Claudio Landim, diretor-adjunto do Instituto de Matemática Pura e Aplicada (Impa), órgão vinculado ao Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI), e coordenador nacional da Obmep, os estudantes que não se sentem muito confiantes nas disciplinas exatas podem ficar tranquilos.
“Essa olimpíada é concebida não para alunos que conheçam a matemática. Mas, ao contrário, visa despertar o interesse do aluno e mostrar que a matemática é muito mais ampla do que o que é ensinado na escola. A prova é concebida de modo que o aluno possa resolver as questões sem saber muita matemática, só com um pouco de lógica, raciocínio e criatividade”, detalha.
De acordo com ele, é justamente isso que tem ajudado a reverter certa dose de antipatia que muitos estudantes ainda nutrem pela disciplina. “Temos inúmeros casos de pessoas que descobrem vocação para área de exatas pela prova”, disse.
As ações da Obmep vão além da prova e também têm foco na formação de alunos e professores, visando a solução de problemas. Isso porque, segundo Landim, “a grande missão da olímpiada é melhorar a qualidade do ensino da matemática nas escolas.”
Provas – As provas são divididas em três níveis, levando em consideração o currículo escolar. São duas fases de competição: a primeira etapa será realizada em 6 de junho e, a segunda, em 16 de setembro. A premiação será separada para as escolas públicas e privadas.
Um aspecto importante da Obmep é o reconhecimento dos alunos que não venceram, mas tiveram bom desempenho na competição. Além das 500 medalhas de ouro, 1.500 de prata e 4.500 de bronze, outras 45 mil menções honrosas foram distribuídas entre os participantes na última edição.
De acordo com o coordenador da olímpiada, o reconhecimento traz grandes estímulos aos participantes. “Vimos que o desempenho desses alunos melhora consideravelmente nos anos seguintes”, afirma Landim. Na última edição, os mais de 17 milhões de estudantes representavam 99,6% dos municípios brasileiros e 47 mil escolas.
Acesse a página da Obmep na internet
Assessoria de Comunicação Social

MEC- EDUCAÇÃO BÁSICA-CENSO ESCOLAR 2016

Dados do Censo Escolar 2016 estão disponíveis para consulta

  • Sexta-feira, 24 de fevereiro de 2017, 17h47

  • Já estão disponíveis para consulta, no portal do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), os Microdados do Censo Escolar 2016. Esse produto de divulgação dos resultados do Censo Escolar é voltado para pesquisadores, imprensa, gestores e sociedade civil que desejam trabalhar mais livremente com os dados para obter informações de interesse específico, não fornecidas em outros produtos do levantamento estatístico.
    Os microdados não trazem informação em si, apenas os dados estruturados da pesquisa para a menor desagregação disponível, que precisam ser tratados para se obter a informação desejada. Além disso, servem como ferramenta de transparência, já que permitem a replicação de todo um grupo de indicadores referentes ao Censo da Educação Básica de 2016, calculados e divulgados pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep).
    O instituto vem implementando uma série de melhorias nos microdados, adequando-os ao formato aberto definido nos Padrões de Interoperabilidade de Governo Eletrônico (ePING). Essas alterações já foram aplicadas aos arquivos de 2007 a 2016 do Censo da Educação Básica, que passaram a ser estruturados no formato Comma-Separated Values (CSV), possibilitando a leitura, carga e trabalho com os dados por praticamente qualquer ferramenta estatística disponível atualmente, inclusive soluções abertas (open source).
    Também foram agregados ao arquivo, para download, um passo-a-passo com dois documentos principais: o Leia-Me e o Filtro de Dados. O primeiro traz informações importantes para auxiliar os usuários no processo de compilação e extração dos dados, incluindo o próprio dicionário de dados. Já o Filtro de Dados tem como propósito servir de auxílio na obtenção de resultados, conforme as Sinopses Estatísticas. Esses dois documentos foram escritos de forma lúdica, evitando ao máximo o uso de termos técnicos, assim, o processo de extração e compilação dos Microdados ficou bem mais fácil e transparente.
    Sinopses – Até 31 de março, o Inep publica mais um produto de divulgação do Censo Escolar, as Sinopses Estatísticas. Com elas também é possível chegar ao detalhamento dos dados em nível municipal e bidimensional, cruzando idade e sexo, por exemplo.
    Assessoria de Comunicação Social

quarta-feira, 15 de fevereiro de 2017

PROCESSO Nº01/2017- ESCOLA MUNICIPAL SANTA TERESA

DATA DE ENTRADA: 09.02.2017
Nº DOCUMENTO: 3.661/2017
PROCEDÊNCIA: GAB/ ADJ/SMEC
ASSUNTO: SUSPENSÃO DAS ATIVIDADES POR TEMPO INDETERMINADO
PROCESSO Nº: 01/2017
PARECER Nº :
DESTINO : COMISSÃO LEGISLAÇÃO E NORMAS
DATA DISTRIBUIÇÃO : 15/02/2017
CONSELHEIRO(A) RELATOR(A): ISMAYL CARLOS CORTEZ
SITUAÇÃO: TRAMITE
PUBLICAÇÃO:

CARTA DE PALMAS 2016 - EDIÇÃO HISTÓRICA



Carta de Palmas - 2016 Série Histórica 2001 – 2015

Boa Vista- RR, Setembro/2016.

A União Nacional dos Conselhos Municipais de Educação - UNCME, entidade representativa dos Conselhos Municipais de Educação, criada em 1992 e organizada em todos os estados brasileiros, com a finalidade de incentivar e orientar a criação e o funcionamento destes colegiados, pauta a sua atuação nos princípios da universalização do direito à educação, da gestão democrática da política educacional e da inclusão social. Reunida em Palmas – Tocantins, em seu XXVI Encontro Nacional, com a participação de conselheiros municipais de educação dos 26 estados do Brasil, convidados e profissionais da educação, reafirma seu compromisso com a garantia do direito à educação de qualidade social para todos e todas, o que implica em desafios importantes quanto à implementação e monitoramento dos planos de educação. (....) (PDF)

quarta-feira, 1 de fevereiro de 2017

ESTUDOS PEDAGÓGICOS

Revista expõe debate sobre as modalidades da educação


  • Terça-feira, 31 de janeiro de 2017, 10h34


Revista Brasileira de Estudos Pedagógicos (RBEP) abre discussão sobre diferentes etapas e modalidades da educação, tanto no que se refere a políticas educacionais quanto a práticas pedagógicas. Os dez artigos do número 247 (volume 97) abordam avaliações, currículo e padrões educacionais; as avaliações, o índice de desenvolvimento da educação básica (Ideb) e suas relações com equidade, infraestrutura e regime de colaboração; gestão democrática e provimento de cargos; atendimento conveniado na educação infantil e relações público-privadas.
A publicação também reúne artigos sobre aprendizagem da língua escrita na educação infantil, formação de professores, estudantes de letras e suas marcas de gênero, processos de escolarização de jovens da comunidade rural e desafios do trabalho docente com estudantes com deficiência.
Além dos artigos, a revista contém relato sobre o uso de mapas conceituais pelos estudantes e outro dedicado à elaboração participativa de materiais didáticos na educação ambiental.
Criada em 1944, a RBEP, de periodicidade quadrimestral, é publicada em formato impresso e eletrônico pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais (Inep). O conteúdo é composto por artigos inéditos, resultantes de pesquisas que apresentem consistência, rigor e originalidade na abordagem do tema e contribuam para a construção do conhecimento.
Assessoria de Comunicação Social, com informações do Inep

CONSELHO MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO DE BOA VISTA / RR



O CONSELHO MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO DE BOA VISTA/RR INFORMA QUE RETORNAMOS COM AS NOSSAS ATIVIDADES NORMAIS.







Rua Cecília Brasil nº 1078 - Centro 
Boa Vista - RR   Cep: 69.301-080
Telefone: 3626-2626   Ramal: 222


ISMAYL CARLOS CORTEZ
Presidente

segunda-feira, 5 de dezembro de 2016

TRILHAS DA EDUCAÇÃO

Aulas de robótica transformam reforço em apoio à criatividade

Sexta-feira, 02 de dezembro de 2016, 12h47


No contraturno escolar, alunos de 9 a 11 anos de uma escola pública de Cascavel, município paranaense de 316,2 mil habitantes, aprendem programação e montagem nas aulas de robótica. A proposta da Escola Municipal Aloys João Mann é relacionar o conteúdo ao aprendizado em sala de aula.
As aulas de reforço vão além da revisão do conteúdo visto em sala. Nelas, os alunos aprendem robótica como complemento ao ensino de ciências, matemática e até de português. Isso é possível e tem agradado aos estudantes, entre eles, Kauã Holzbach, 10 anos de idade. Depois das aulas, ele costumava ir para casa e ficar frente para a televisão. Há mais de um ano, Kauã integra o projeto de robótica educacional da escola. Ele considera as aulas desafiantes e tem aprendido a programar, montar e desenvolver robôs. “Por exemplo, eu quero que um carrinho ande na sombra, mas no sol fique parado”, explica. “Achei que era mais fácil, que era só escrever: faça isso, mas com a robótica descobri que é mais difícil, que há comandos.”
Curioso, o estudante diz que a profissão do pai, eletricista, já chamava sua atenção e despertava interesse pela área da tecnologia. “Eu sempre quis conhecer, sempre quis saber as coisas do futuro, saber como seria melhor, moderno.”
A experiência com robótica começou há quase dois anos na escola. Atualmente, conta com a participação de mais de 60 alunos. Gabrielli Dressel, também de 10 anos, diz gostar de programar e montar, quando está inspirada. Ela cita exemplos do que tem aprendido sobre matemática, aplicada na prática, graças às aulas no laboratório de robótica. “Eu já fiz um robô — um carro já também um robozinho”, afirma. “E também uma cancela, tipo um pedágio. Daí, programava quantos graus ela ia para cima ou para baixo, quando ela abria, se o sinal estava vermelho ou verde.”
O projeto funciona em sala equipada com computadores, projetor multimídia, conjuntos para robótica educacional e impressora 3D. Com recursos federais do programa Mais Educação, o município investiu no material para o laboratório de robótica.
Prática — De acordo com o professor Thiago Sodré, instrutor de robótica educacional, as aulas no laboratório aplicam na prática o conteúdo passado em sala de aula. “O conteúdo de ciências, como produção de energia, seja eólica, hidráulica, a vapor, tem um ponto em comum: uma turbina movida por algum fluido que vai converter esse movimento cinético em energia”, diz. “Então, podemos, com peças de robótica, simular um moinho de vento, acionar o motor, movimentar a roda e, depois, usar essa energia produzida em algum item, seja iluminação e funcionamento de um pilão, algo do gênero, conforme o direcionamento de cada aula.”
Ainda segundo Thiago, os resultados na aprendizagem das crianças são visíveis. “Com a robótica, eles passaram a se dedicar mais à leitura, à compreensão da matemática”, afirma. “Foi significante a melhora porque o aluno, para programar qualquer construção robótica, tem de ler e escrever bem. Então, ele se esforça na leitura e na escrita dos códigos, a começar pelo básico — português e matemática —, e já começa a melhorar.”
Em Cascavel, três escolas da rede municipal já oferecem aulas do projeto de robótica educacional. O pedagogo Jocemar do Nascimento coordena a iniciativa no município. “Com a robótica, é possível perceber que os alunos querem construir coisas e ver aquilo que fazem no papel e na teoria ganhando vida no computador ou no meio físico”, diz. “Então, eles têm aprendizado melhor, faltam menos às aulas.”
Para o professor, nas aulas de robótica os alunos estudam com mais empenho. “São espaços de experimentação muito bons e ambientes nos quais os alunos têm se desenvolvido bastant
e.” Ele espera que cada vez mais escolas possibilitem aos alunos a alfabetização digital, considerada essencial para as novas gerações. “A alfabetização digital, da qual tem se falado muito pouco, tem de começar cedo. A faixa etária ideal para começar a trabalhar esses conceitos básicos de tecnologia com as crianças é a da alfabetização, entre os 8 e os 11 anos”, afirma.
O projeto de robótica educacional de Cascavel capacita professores e instrutores, pois a prefeitura pretende ampliar a iniciativa e levá-la a outras escolas da rede de ensino.
Saiba mais sobre o programa Mais Educação do MEC

Assessoria de Comunicação Social