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sexta-feira, 1 de julho de 2016

EDUCAÇÃO BÁSICA

Liberação de R$ 743 milhões reforça parceria do governo federal com estados e municípios

  • Quarta-feira, 29 de junho de 2016, 15h11
O governo federal vai liberar R$ 743 milhões para programas e ações da educação básica em estados e municípios. O anúncio foi feito na quarta-feira, 29, pelo presidente da República em exercício, Michel Temer, e pelo ministro da Educação, Mendonça Filho, em cerimônia no Palácio do Planalto.
Temer explicou que a opção de descentralizar as ações de governo e tornar cada ministério responsável direto pelas respectivas áreas dá agilidade à liberação dos recursos. Além disso, destacou a continuidade de programas importantes. “Na área social, a educação e o desenvolvimento social são fundamentais para o país”, disse. “Temos uma concepção de que os programas que deram certo devem continuar.”
Dos recursos liberados para a educação, R$ 268 milhões serão destinados às redes estaduais e municipais para a execução de obras do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC). Serão repassados R$ 174,4 milhões, por meio de transferência direta, para obras em 1.214 municípios de 26 unidades da Federação. Haverá recursos também para a aquisição de veículos, mobiliário e equipamentos escolares e para creches e ao programa Caminho da Escola em 83 municípios e no Distrito Federal.
Segundo o ministro Mendonça Filho, a liberação dos recursos reforça o espírito federativo e a autonomia de estados e municípios na educação básica. “Acabou-se o tempo em que governo central decidia e impunha, e estados e municípios precisavam seguir”, afirmou. “Nossa gestão será de cooperação, e para chegarmos ao cidadão que precisa de educação de boa qualidade nós precisamos de estados e municípios.”
O ministro também destacou o repasse de recursos a escolas públicas, por meio do Programa Dinheiro Direto na Escola (PDDE), para despesas com custeio, manutenção e pequenos investimentos, de forma a garantir o funcionamento e a melhoria da infraestrutura escolar. Os valores liberados chegam a R$ 338 milhões e também podem ser usados na implementação de projetos pedagógicos. Serão atendidos 27,6 milhões de estudantes em mais de 90 mil escolas.
Assessoria de Comunicação Social

sexta-feira, 17 de junho de 2016

EDUCAÇÃO INFANTIL- em jornada de tempo integral

 Educação Infantil em Jornada de Tempo Integral: dilemas e perspectivas

A educação básica em jornada de tempo integral tem sido adotada como política em diferentes momentos e lugares deste país, geralmente na etapa do ensino fundamental. Ao lado dessas experiências, a educação das crianças de zero a seis anos tem em sua tradição a oferta em jornada de tempo integral em grande parte das instituições. (....) (PDF)

Leitura complementar! 

MEC- EDUCAÇÃO BÁSICA

Ministro defende maior prazo para melhor construir a Base

  • Quarta-feira, 15 de junho de 2016, 17h49

“A Base Nacional Comum Curricular deve ter a melhor técnica possível”, afirmou, nesta quarta-feira, 15, o ministro da Educação, Mendonça Filho, na abertura do Seminário Nacional Dois Anos do Plano Nacional de Educação, promovido pela Comissão de Educação da Câmara dos Deputados.
De acordo com o ministro, a Base Nacional Comum Curricular é parte importante para a melhoria da qualidade da educação, e precisa ser construída em um processo, que priorize a qualidade das discussões que ainda estão sendo feitas. “A Base Nacional Comum Curricular é extremamente relevante, e tinha um prazo fatal no dia 24 de junho”, disse.
O ministro recebeu um pedido das representações da União Nacional dos Dirigentes Municipais de Educação (Undime) e do Conselho Nacional de Secretários Estaduais de Educação (Consed), para ampliar os debates e estender o prazo para contribuições para a Base. “Nós postergamos por alguns poucos meses, para que possamos cumprir esse debate de forma a respeitar a boa técnica”, concluiu o ministro.
A Base Nacional Comum Curricular está prevista em lei, no Plano Nacional de Educação (PNE), e deverá fixar conteúdos mínimos que os estudantes devem aprender a cada etapa da educação básica, da educação infantil ao ensino médio, mas deixa espaço para que estados, municípios e escolas definam os seus currículos. Antes de ser homologado, o documento passará por análise do Conselho Nacional de Educação. A intenção é diminuir as desigualdades educacionais e melhorar a qualidade da educação no país.
Assessoria de Comunicação Social

MEC - EDUCAÇÃO BÁSICA

MEC - Ministro Mendonça Filho defende cooperação entre estados e municípios para garantir implementação do PNE


  • Quarta-feira, 15 de junho de 2016, 17h33

O ministro da Educação, Mendonça Filho, afirmou nesta quarta-feira, 15, no Seminário Nacional Plano Nacional de Educação, realizado na Câmara dos Deputados, que “o PNE deve ser o plano de voo, uma base de orientação para que as metas sejam alcançadas, desde a educação infantil até o acesso às universidades”. O seminário foi promovido pela Comissão de Educação da Câmara.
Sancionado em 2014 e com validade de 10 anos, o Plano Nacional de Educação (PNE) estabelece 20 metas para a educação, entre as quais está a destinação de 10% do Produto Interno Bruto (PIB) para o setor. Está previsto o financiamento para todas as demais metas.
O evento teve o objetivo de comemorar os 2 anos do PNE e de avaliar sua implementação, além de debater o financiamento da educação brasileira.
Na avaliação do ministro, o aprofundamento do modelo federativo, com parceria e respeito ao papel dos estados e municípios, é uma estratégia para a implementação do Plano. “O processo de descentralização é fundamental para a implementação do PNE, e isso significa empreender um modelo de parceria e cooperação com estados e municípios”, defendeu.
Em uma das mesas de debate sobre o acompanhamento dos resultados e as perspectivas do PNE, o secretário de Educação Básica, Rossieli Soares, afirmou que para o plano avançar é preciso que toda a nação brasileira o assuma como compromisso.
 “O PNE não é de ninguém, mas é de todos. Tudo aquilo que foi construído pela coletividade nos últimos anos precisa ser continuado, independente de governos, independente de quaisquer posições pessoais”, disse.
Assessoria de Comunicação Social

sexta-feira, 10 de junho de 2016

LEI MUNICIPAL Nº 1.689, DE 08 DE ABRIL DE 2016

LEI MUNICIPAL Nº 1.689, DE 08 DE ABRIL DE 2016
A IMPLANTAÇÃO DE FONOAUDIOLOGIA EDUCACIONAL NAS INSTITUIÇÕES DE ENSINO NAS REDES MUNICIPAIS DA CIDADE DE BOA VISTA, E DÁ OUTRAS PROVIDENCIAS. (PDF) Pág. 7  e 8

quarta-feira, 8 de junho de 2016

Literatura na Educação Infantil : acervos, espaços e mediações.

Literatura na Educação Infantil : acervos, espaços e mediações.
“Seminário Internacional Literatura na Educação Infantil: acervos, espaços e mediações”, realizado nos dias 08 e 09 de maio de 2014, em Belo Horizonte. O Seminário foi uma das ações do Projeto “Leitura e Escrita na Educação Infantil”, coordenado pela Universidade Federal de Minas Gerais, pela Coordenação de Educação Infantil do Ministério da Educação, pela Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro e pela Universidade Federal do Rio de Janeiro.  (PDF)