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quarta-feira, 1 de fevereiro de 2017

ESTUDOS PEDAGÓGICOS

Revista expõe debate sobre as modalidades da educação


  • Terça-feira, 31 de janeiro de 2017, 10h34


Revista Brasileira de Estudos Pedagógicos (RBEP) abre discussão sobre diferentes etapas e modalidades da educação, tanto no que se refere a políticas educacionais quanto a práticas pedagógicas. Os dez artigos do número 247 (volume 97) abordam avaliações, currículo e padrões educacionais; as avaliações, o índice de desenvolvimento da educação básica (Ideb) e suas relações com equidade, infraestrutura e regime de colaboração; gestão democrática e provimento de cargos; atendimento conveniado na educação infantil e relações público-privadas.
A publicação também reúne artigos sobre aprendizagem da língua escrita na educação infantil, formação de professores, estudantes de letras e suas marcas de gênero, processos de escolarização de jovens da comunidade rural e desafios do trabalho docente com estudantes com deficiência.
Além dos artigos, a revista contém relato sobre o uso de mapas conceituais pelos estudantes e outro dedicado à elaboração participativa de materiais didáticos na educação ambiental.
Criada em 1944, a RBEP, de periodicidade quadrimestral, é publicada em formato impresso e eletrônico pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais (Inep). O conteúdo é composto por artigos inéditos, resultantes de pesquisas que apresentem consistência, rigor e originalidade na abordagem do tema e contribuam para a construção do conhecimento.
Assessoria de Comunicação Social, com informações do Inep

CONSELHO MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO DE BOA VISTA / RR



O CONSELHO MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO DE BOA VISTA/RR INFORMA QUE RETORNAMOS COM AS NOSSAS ATIVIDADES NORMAIS.







Rua Cecília Brasil nº 1078 - Centro 
Boa Vista - RR   Cep: 69.301-080
Telefone: 3626-2626   Ramal: 222


ISMAYL CARLOS CORTEZ
Presidente

segunda-feira, 5 de dezembro de 2016

TRILHAS DA EDUCAÇÃO

Aulas de robótica transformam reforço em apoio à criatividade

Sexta-feira, 02 de dezembro de 2016, 12h47


No contraturno escolar, alunos de 9 a 11 anos de uma escola pública de Cascavel, município paranaense de 316,2 mil habitantes, aprendem programação e montagem nas aulas de robótica. A proposta da Escola Municipal Aloys João Mann é relacionar o conteúdo ao aprendizado em sala de aula.
As aulas de reforço vão além da revisão do conteúdo visto em sala. Nelas, os alunos aprendem robótica como complemento ao ensino de ciências, matemática e até de português. Isso é possível e tem agradado aos estudantes, entre eles, Kauã Holzbach, 10 anos de idade. Depois das aulas, ele costumava ir para casa e ficar frente para a televisão. Há mais de um ano, Kauã integra o projeto de robótica educacional da escola. Ele considera as aulas desafiantes e tem aprendido a programar, montar e desenvolver robôs. “Por exemplo, eu quero que um carrinho ande na sombra, mas no sol fique parado”, explica. “Achei que era mais fácil, que era só escrever: faça isso, mas com a robótica descobri que é mais difícil, que há comandos.”
Curioso, o estudante diz que a profissão do pai, eletricista, já chamava sua atenção e despertava interesse pela área da tecnologia. “Eu sempre quis conhecer, sempre quis saber as coisas do futuro, saber como seria melhor, moderno.”
A experiência com robótica começou há quase dois anos na escola. Atualmente, conta com a participação de mais de 60 alunos. Gabrielli Dressel, também de 10 anos, diz gostar de programar e montar, quando está inspirada. Ela cita exemplos do que tem aprendido sobre matemática, aplicada na prática, graças às aulas no laboratório de robótica. “Eu já fiz um robô — um carro já também um robozinho”, afirma. “E também uma cancela, tipo um pedágio. Daí, programava quantos graus ela ia para cima ou para baixo, quando ela abria, se o sinal estava vermelho ou verde.”
O projeto funciona em sala equipada com computadores, projetor multimídia, conjuntos para robótica educacional e impressora 3D. Com recursos federais do programa Mais Educação, o município investiu no material para o laboratório de robótica.
Prática — De acordo com o professor Thiago Sodré, instrutor de robótica educacional, as aulas no laboratório aplicam na prática o conteúdo passado em sala de aula. “O conteúdo de ciências, como produção de energia, seja eólica, hidráulica, a vapor, tem um ponto em comum: uma turbina movida por algum fluido que vai converter esse movimento cinético em energia”, diz. “Então, podemos, com peças de robótica, simular um moinho de vento, acionar o motor, movimentar a roda e, depois, usar essa energia produzida em algum item, seja iluminação e funcionamento de um pilão, algo do gênero, conforme o direcionamento de cada aula.”
Ainda segundo Thiago, os resultados na aprendizagem das crianças são visíveis. “Com a robótica, eles passaram a se dedicar mais à leitura, à compreensão da matemática”, afirma. “Foi significante a melhora porque o aluno, para programar qualquer construção robótica, tem de ler e escrever bem. Então, ele se esforça na leitura e na escrita dos códigos, a começar pelo básico — português e matemática —, e já começa a melhorar.”
Em Cascavel, três escolas da rede municipal já oferecem aulas do projeto de robótica educacional. O pedagogo Jocemar do Nascimento coordena a iniciativa no município. “Com a robótica, é possível perceber que os alunos querem construir coisas e ver aquilo que fazem no papel e na teoria ganhando vida no computador ou no meio físico”, diz. “Então, eles têm aprendizado melhor, faltam menos às aulas.”
Para o professor, nas aulas de robótica os alunos estudam com mais empenho. “São espaços de experimentação muito bons e ambientes nos quais os alunos têm se desenvolvido bastant
e.” Ele espera que cada vez mais escolas possibilitem aos alunos a alfabetização digital, considerada essencial para as novas gerações. “A alfabetização digital, da qual tem se falado muito pouco, tem de começar cedo. A faixa etária ideal para começar a trabalhar esses conceitos básicos de tecnologia com as crianças é a da alfabetização, entre os 8 e os 11 anos”, afirma.
O projeto de robótica educacional de Cascavel capacita professores e instrutores, pois a prefeitura pretende ampliar a iniciativa e levá-la a outras escolas da rede de ensino.
Saiba mais sobre o programa Mais Educação do MEC

Assessoria de Comunicação Social

sexta-feira, 11 de novembro de 2016

PROCESSO Nº012/2016 - ESCOLA EVANGÉLICA CORDEIRINHO DE JESUS

DATA DE ENTRADA: 03.11.2016
Nº DOCUMENTO: 30.956/2016
PROCEDÊNCIA: GAB/ ADJ/SMEC
ASSUNTO: RECREDENCIAMENTO E RECONHECIMENTO DE FUNCIONAMENTO DA ESCOLA
EVANGÉLICA CORDEIRINHO DE JESUS
PROCESSO Nº: 012/2016
PARECER Nº : 09/2017
DESTINO : COMISSÃO DO ENSINO FUNDAMENTAL
DATA DISTRIBUIÇÃO : 10/11/2016
CONSELHEIRO(A) RELATOR(A): MARIA DO CARMO SALVADOR
SITUAÇÃO:  APROVADO 
PUBLICAÇÃO: ( PDF)

PROCESSO Nº 011/2016-00 CENTRO EDUCACIONAL SHG

DATA DE ENTRADA: 03.11.2016
Nº DOCUMENTO: 30.956/2016
PROCEDÊNCIA: GAB/ ADJ/SMEC
ASSUNTO: RECREDENCIAMENTO E RECONHECIMENTO DE FUNCIONAMENTO DO CENTRO
EDUCACIONAL SHG
PROCESSO Nº: 011/2016
PARECER Nº : 08/2017
DESTINO : COMISSÃO EDUCAÇÃO JOVENS E ADULTOS - EJA
DATA DISTRIBUIÇÃO : 10/11/2016
CONSELHEIRO(A) RELATOR(A): JOSÉLIA MENDES GOMES
SITUAÇÃO: APROVADO
PUBLICAÇÃO: ( PDF)

PROCESSO Nº 010/2016 - CENTRO EDUCACIONAL TIA MARRY

DATA DE ENTRADA: 03.11.2016
Nº DOCUMENTO: 30.956/2016
PROCEDÊNCIA: GAB/ ADJ/SMEC
ASSUNTO: RECREDENCIAMENTO E RECONHECIMENTO DE FUNCIONAMENTO DO CENTRO
EDUCACIONAL TIA MARRY
PROCESSO Nº: 010/2016
PARECER Nº : 16/2017
DESTINO : COMISSÃO EDUCAÇÃO ESPECIAL
DATA DISTRIBUIÇÃO : 10/11/2016
CONSELHEIRO(A) RELATOR(A): SUSANMARA NASCIMENTO QUEIROZ
SITUAÇÃO: APROVADO
PUBLICAÇÃO:(PDF)
Obs.: PRAZO PARA EMISSÃO PARECER 180 DIAS DE ACORDO COM AS RESOLUÇÕES Nº16/2010 E 19/2011 - CME/BV/RR

quarta-feira, 9 de novembro de 2016

EDUCAÇÃO BÁSICA - Prazo de adesão para Escola em Tempo Integral vai até o dia 25

  • Quarta-feira, 09 de novembro de 2016, 15h56

Termina em 25 de novembro o prazo para as secretarias estaduais de educação de todo o Brasil aderirem ao Programa de Fomento à Implementação de Escolas em Tempo Integral para o Ensino Médio, lançado pelo Ministério da Educação, em setembro, por meio da Medida Provisória 746. Trata-se de uma iniciativa pioneira em termos de políticas públicas, via governo federal.
O cronograma, formulário para adesão e documentos orientadores foram enviados pela Secretaria de Educação Básica (SEB) do MEC aos secretários estaduais de educação e também ao Conselho Nacional dos Secretários de Educação (Consed) no início desta semana.
Conforme exigências da Portaria nº 1.145, de 10 de outubro de 2016, além do termo de adesão e o formulário do plano de implementação, os secretários devem enviar ao MEC, até 25 de novembro, os seguintes documentos: plano de gestão escolar; planejamento pedagógico; proposta de plano de diagnóstico e nivelamento, e o plano de participação da comunidade nas escolas. Instruções para a elaboração desses planos constam no formulário do plano de implementação.
Cada secretaria estadual de educação deverá submeter sua inscrição e apresentar ao MEC, para análise, uma proposta pedagógica, incluindo o estudo e mapeamento das escolas a serem contempladas. A migração de todas as turmas de cada escola para a nova proposta de escolas integrais poderá ocorrer de uma única vez ou de maneira gradual. “Os estados selecionados deverão realizar um diagnóstico inicial acadêmico dos alunos e prever um plano de nivelamento para os que apresentarem defasagem”, informa o secretário da SEB, Rossieli Soares da Silva.
Recursos – O MEC fomentará esta política com investimentos na ordem de R$ 1,5 bilhão, ao longo de dois anos, chegando a 500 mil novos estudantes de ensino médio no regime de tempo integral até 2018. “Uma escola em tempo integral, até por sua carga horária diferenciada, tem custo de operação superior a uma escola regular”, destaca Rossieli. “Desta maneira, para induzir esse tipo de escola e entendendo o momento fiscal dos estados, decidimos subsidiar a operação de um volume de escolas, por estado.”
Segundo o secretário da SEB, a intenção é estabelecer uma forma atrativa de fazer escola, cabendo aos estados arcar, desde o início, com toda a operação e seus custos. “Pela experiência de outros estados, três a quatro anos é o tempo que leva para uma escola integral atingir a plenitude de seus resultados acadêmicos e, também, é um tempo razoável para que os estados consigam se planejar para absorver estes custos sem maiores sobressaltos”, esclarece.
A admissão dos alunos deverá ocorrer por proximidade da escola pública de origem ou local de moradia. Já as escolas e regiões de vulnerabilidade social ou com baixos índices sociodemográficos deverão ser priorizadas no momento da seleção.
“As escolas em tempo integral existentes hoje nos Estados foram implementadas por iniciativa própria. Esta política de fomento à educação em tempo integral terá apoio efetivo para a expansão nas redes estaduais de todo o país, com uma proposta baseada não apenas em mais tempos de aula, mas sim, em uma visão integrada do estudante”, destaca o secretário da SEB.
Qualquer dúvida das secretarias estaduais sobre a adesão pode ser encaminhada ao MEC por mensagem eletrônica.  
Assessoria de Comunicação Social